quarta-feira, 13 de junho de 2007

L'évasion.


Ao dizer aquele “Sim” sabia que havia acabado de condenar qualquer possibilidade de ternura. De ternura, entende?
Entre chocolates, o vinho seco escolhido com precisão, meu ar esquivo e as tuas mãos leigas, garantimos problemas e vontades para uma vida inteira. Talvez Duas.
Marisa monte e os dizeres inconvenientes, o símbolo risível daquela data, minha lembrança distante... Porém ali estava eu. Nós atadas em nós - firmes.
Confesso ter me questionado por muito se estaria apta àquele tilintar tão impropriamente dito.

Corte.

Toda nudez sobre a cama profana, Livro de poemas à mão. Versos, e eu não seria além de mera expectadora.

“Frente a frente, derramando enfim todas as palavras, dizemos, com os olhos, do silêncio que não é mudez. E não toma medo desta alta compadecida passional, desta crueldade intensa de santa que te toma as duas mãos”. A.C.

4 comentários:

Unknown disse...

Ah não hein, isso aqui já esta mto frequentado... antes era apenas eu, e agora...
Bom, tudo bem... todos devem ter a honra de ler o que escreve, e como escreve :o)
Bom, depois falamos de tudo que escreveu aí... curiosa, eu?! imagina... só alguem q adora saber de vc...
Beijos Iza!!!
Saudades...

Carol disse...

pois é...acho que estou genrando ciumés.Huahauahaua
atualiza mulher!
Saudades!

Carol disse...

um CiumÉS mesmo...bem francês.Huahauaha

Thaís disse...

Salivou a boca, de gosto instigante...
Alimenta minhas entranhas...
Eterna fome de palavras, assim como as suas...nuas.